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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Câncer de Ovário: "A Doença Silenciosa"



A mulher, após o período reprodutivo, passa por uma série de alterações orgânicas e hormonais. Com a idade mais avançada, está mais sujeita a doenças metabólicas, do tipo diabetes e obesidade e, sistêmicas, como a hipertensão arterial. Aumentam igualmente as doenças do aparelho reprodutivo feminino, de forma especial o câncer da mama e o do endométrio. O da mama pode ser detectado nos exames de rotina pelo ginecologista, ou pelo auto-exame, quando a própria paciente percebe a presença de nódulo. Indiscutivelmente a medicina laboratorial possui grande importância nesta detecção, principalmente a mamografia, que permite diagnosticar o câncer em fase mais precoce, antes mesmo da existência de nódulo.
O tumor de endométrio, mais freqüente em mulheres obesas, hipertensas e diabéticas, geralmente se acompanha de algum sangramento irregular ou, em mulheres que não mais menstruam, depois da menopausa, a presença de sangramento, em qualquer quantidade ou duração. Nessas circunstâncias, as alterações ultra-sonográficas são sugestivas.
Em idade mais precoce, temos o câncer do colo uterino, passível de prevenção, através do diagnóstico e tratamento da infecção pelo HPV e através da realização rotineira dos exames de Papanicolau e colposcopia.
O câncer de ovário
As mulheres a partir dos 50 anos, de forma especial nas 5ª e 6 a décadas de vida, estão na idade mais crítica de apresentar o câncer ovariano.
A hereditariedade é sem dúvidas o fator de maior importância. Se na família mãe ou irmã já teve a doença, é indispensável a realização de exame ginecológico preventivo, com a feitura de exames subdisiários (CA-125 e a ultra-sonografia pélvica e transvaginal, com o Doppler colorido).
O câncer de ovário clinicamente é mais difícil de ser identificado, podendo passar desapercebido pela paciente em seus estágios iniciais, devido à ausência de sintomas. Daí ser chamado de doença silenciosa, aquela que cursa escondida, só permitindo o seu diagnóstico quando já em fase adiantada.
Entretanto, podem os sintomas e sinais existir, mas como são vagos, inespecíficos e aparentemente de origem não-ginecológica, são tratados, até que a doença apareça com características inconfundíveis, mas já em estádio avançado.
Os sintomas mais comuns são: dor abdominal ou pélvica, aumento do volume abdominal, queixas intestinais, hemorragia genital, queixas urinárias pela compressão da bexiga pelo tumor e, mais adiante, perda de peso. Os sintomas gastrointestinais são conhecidos como "síndrome de indigestão da meia-idade". Muitos tumores ovarianos são tratados com antiácido, devido a paciente referir azia (dispepsia), má digestão e flatulência, decorrentes da irritação peritonial (folheto que reveste as vísceras e a cavidade abdominal).
Os marcadores tumorais, principalmente o antígeno CA-125, colhidos por meio de amostra de sangue da paciente, são úteis em rastrear na população as mulheres com maior risco para desenvolver a doença ovariana. Entretanto, o CA-125 pode estar anormalmente elevado em doenças benignas e comuns, tais como a endometriose.
O ultra-som no diagnóstico do tumor maligno do ovário
O exame de ultra-sonografia transvaginal (USTV) é uma das principais ferramentas que dispomos para o diagnóstico do câncer de ovário. Muitas pacientes estão familiarizadas com o exame, pois já o realizaram em alguma época da vida.
Por ser indolor, não invasivo e apresentar boa sensibilidade, é o método de imagem inicialmente escolhido para detectar as alterações do aparelho reprodutor feminino no climatério.
Se a paciente está em grupo de risco (antecedentes pessoais, antecedentes familiares, faixa etária, cisto ovariano de controle), realizar a USTV com Doppler colorido anualmente.
Não deve ser utilizada como teste de rastreamento em grupo de baixo risco (idade abaixo dos 40 anos, não climatéricas, sem AF ou AP).
A grande maioria dos tumores ovarianos são císticos, isto é, apresentam coleções (conteúdo líquido) e, menos freqüentemente, são sólidos. O estudo da morfologia destes tumores é possível ser estabelecido na ultra-sonografia, sendo este um dos principais critérios para diferenciá-los.
Os parâmetros morfológicos ultra-sonográficos avaliados são:
•  dimensões
•  conteúdo do tumor (cístico, sólido ou misto), que pode ser homogêneo e heterogêneo, também chamado de textura
•  espessura da parede do cisto (fina ou espessa)
•  superfície do cisto (lisa ou irregular)
•  presença de septações ou traves no seu interior (que podem ser finas ou espessas, homogêneas ou heterogêneas)
•  formações sólidas que crescem na parede do cisto, chamadas de papilas (podem ser internas e/ou externas).
Atualmente, com os avanços tecnológicos, podemos complementar a USTV com o Doppler colorido, que possibilita o estudo dos vasos contidos no interior destes tumores. Os tumores malignos apresentam vascularização anormal onde os vasos possuem calibres diferentes, trajetos tortuosos e terminações irregulares ou amorfas. Esta análise pode ser ampliada com o estudo tridimensional do tumor, nova modalidade de ultra-sonografia que ganha cada vez mais aceitação no meio científico e auxilia na diferenciação entre os tumores malignos e benignos.
Em nossa experiência (grupo do HC - Ginecologia e Radiologia), o Doppler apresentou baixa sensibilidade (33%, muitos falso-negativos) e alta especificidade (97,5%, poucos falso-positivos), mas ao associarmos o CA-125, a sensibilidade aumentou para 80%, embora a sensibilidade tenha diminuído para 73,9%. Atualmente, com a angiossonografia 3D, alguns grupos referem sensibilidade de aproximadamente 100% (é muito cedo ainda para afirmarmos este valor).
Outros achados ao exame ultra-sonográfico, como ascite (líquido livre no abdômen, entre as alças intestinais e as vísceras), linfonodos junto à artéria aorta e outras artérias pélvicas, lesões (nódulos) hepáticas, e comprometimento das alças intestinais ou do peritônio, indicam doença avançada e estão associados à sintomatologia da paciente e aos achados clínicos do exame ginecológico.
Outros métodos de imagem podem ser utilizados para o seu diagnóstico ou complementação diagnóstica, tais como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética da pelve e abdômen. Estes exames, principalmente a ressonância, são importantes para verificar o grau de extensão da doença para fora da pelve (estadiamento da doença) e orientar o tipo de tratamento.
O mais importante é realizar o exame preventivo, na tentativa de fazer o mais precocemente possível o diagnóstico do tumor de ovário, para poder instituir tratamento adequado, que permita as melhores taxas de sobrevida e qualidade de vida à paciente.


Prof. dr. Ayrton Roberto Pastore

Diretor Clínico da Unidade de Estudos em Ultra-sonografia e Medicina Diagnóstica (UEU Diagnósticos). Professor Livre-Docente do Departamento de Radiologia da USP. Especialista em Medicina Fetal (Título outorgado pela FEBRASGO).
Site: www.ueu.com.br

Contracepção: um problema ou uma solução?


Abstinênciancia, coito interrompido, tabelinha, preservativo masculino, preservativo feminino, gel espermicida, diafragma e DIU
Dra. Luciana Nobile
Se considerarmos que muitas mulheres não fazem sexo compartilhado, por opção ou pela falta de parceiro sexual, que muitas outras já passaram da idade da fertilidade ou são estéreis, e um outro tanto que se relaciona com pessoas do mesmo sexo, então uma parte razoável da população não precisa pensar ou se preocupar com a contracepção.
Porém, uma fração bastante expressiva tem relacionamento heterossexual em idade fértil, sem interesse reprodutivo. E é a essa população de mulheres férteis, que se relacionam com homens exclusivamente pelo prazer sexual, que dirijo essa matéria de contracepção.
Os métodos contraceptivos continuam praticamente os mesmos: abstinência, coito interrompido, tabelinha, preservativo, gel espermicida, diafragma, DIU e os métodos hormonais, onde se inclui a pílula do dia seguinte. Na falha de todas as técnicas de contracepção, há quem preconize o direito à opção pelo abortamento.
As maiores mudanças na contracepção ocorreram principalmente nos contraceptivos hormonais. As pílulas existem hoje numa enormidade de composições, marcas e nomes comerciais, que superam as centenas. Discute-se se a mulher deve ou não menstruar. São implantes, adesivos, injeções e anéis vaginais.
Para a matéria não ficar muito extensa ou incompleta na tentativa de ser muito sucinta, dividirei o tema contracepção em duas partes, reservando o espaço desse número do boletim para os métodos outros de contracepção. E, no próximo número, discorrerei sobre os contraceptivos hormonais.
Quanto à questão do abortamento como recurso último, quando o método contraceptivo empregado tiver falhado, será discutido futuramente, por uma feminista e comentado por mim, enquanto ginecologista.
Abstinência
Para indicar a abstinência, temos a Igreja e outras instituições, que apregoam o exercício sexual exclusivo para a procriação. Tenho idade, experiência e maturidade para saber o quanto isso esconde de hipocrisia, acobertando práticas ou desvios sexuais inadequados à sociedade contemporânea, do tipo pedofilia.
Pessoalmente acredito no direito universal do exercício da sexualidade. Entretanto, acredito sim que praticar sexo a dois não necessariamente deva passar pela obrigatoriedade da penetração em todas as práticas sexuais. Isso significa que podemos associar ao emprego da tabela, o exercício da sexualidade de forma criativa, sem a fantasia do orgasmo concomitante compulsório, sem a imposição sistemática da penetração, e ainda assim em que ambos possam ter prazer no relacionamento e um tenha a oportunidade única de presenciar e excitar-se com o orgasmo do outro. A falta de penetração portanto, não constitui abstinência, mas sim criatividade sexual.
Coito Interrompido
Coito interrompido é o método de ejacular fora da vagina, ou seja, retira-se o pênis imediatamente antes da ejaculação. Muitas mulheres referem-se a ele dizendo que fazem o método de “tirar”, ou de “tirar antes da hora”.
Para a sua prática é preciso um bom controle ejaculatório, o que é quase impossível na ejaculação precoce ou rápida, característica dos mais jovens.
Por outro lado, antes da ejaculação, quando ocorre saída de pequena quantidade de líquido seminal, ali já existe número suficiente de espermatozóides para promover uma gravidez. Isso inviabiliza o coito interrompido como um bom método para ser utilizado isoladamente.
À semelhança de conter espermatozóides, aquele líquido seminal pode também conter vírus e bactérias, sendo transmissor de infecções.
Inúmeros casais adotam o coito interrompido associado à tabela como método contraceptivo de escolha. Alguns, na ignorância, ficam absolutamente tranqüilos, mas aqueles que sabem a respeito da presença dos espermatozóides antes da ejaculação, estão sempre desesperados quando a menstruação atrasa por um dia que seja.
O coito interrompido ou método de “tirar”, junto com o preservativo, o diafragma, as esponjas vaginais com espermicida e outros dispositivos vaginais pouco utilizados em nosso meio, fazem parte dos chamados “métodos de barreira”.
Quando eu era acadêmica de medicina, ouvia dizer que “tirar fora antes da hora” provocava varizes pélvicas e dor pélvica crônica. Hoje acredito que isso seja apenas mais uma dessas assertivas machistas da história, com tendência a se perpetuar, sem necessidade de comprovação científica.
Tabelinha
Tabelinha é o termo empregado para a contracepção realizada quando se abstém do relacionamento sexual nos dias “teoricamente” férteis. Isso porque em teoria a ovulação ocorre catorze dias antes da menstruação seguinte. Portanto, num ciclo de 28 dias, a ovulação ocorreria no 14º dia do ciclo menstrual, considerando o primeiro dia do ciclo aquele em que desce a menstruação. Num ciclo de 24 dias, no 10º dia, no de 30 dias, ocorreria no 16º dia, e assim por diante.
Seria muito simples se todas as mulheres tivessem ciclos iguais durante a vida. Entretanto, muitas mulheres têm ciclos de duração variável, ou seja, por algum motivo, a ovulação adianta ou atrasa, sem qualquer “aviso prévio”. Mulheres com ciclos regulares podem ter a sua ovulação antecipada por estímulos que não identificamos com clareza. E, em meninas mais novas, não é raro que a ovulação seja mais tardia.
Daí a necessidade da associação de métodos quando da utilização da tabelinha. Essa associação pode ser com o coito interrompido, ou com o preservativo, DIU, diafragma e/ou o gel espermicida.
O método Billings, que considera as características do muco cervical, também foi muito associado à tabelinha. O muco cervical, secreção translúcida filante, às vezes manchada de sangue, é mais abundante no dia da ovulação. Mas nem todas as mulheres que ovulam conseguem identificar o muco ovulatório, outras têm corrimento ou secreção vaginal mais abundante, que dificultam a percepção desse muco e em outras a quantidade é pequena e simplesmente não se exterioriza o suficiente para ser notado. Naquelas em que o muco cervical é evidente, deve-se fazer abstinência ou associar outro método nos quatro dias seguintes ao pico ovulatório.
Preservativo Masculino
Preservativo é sinônimo para condom ou camisinha de Vênus, ou simplesmente camisinha. Existem diferentes tipos e qualidades, maiores ou menores, em função do tamanho do pênis e da marca do preservativo. As camisinhas mais espessas são indicadas para o coito anal, já que são mais resistentes. Nessa prática sexual o risco de infecção pelo vírus da AIDS é superior, devido à maior possibilidade de provocar fissuras na pele. Alguns preservativos são coloridos e às vezes têm paladar. Existem os lubrificados, com substância praticamente inerte, para evitar o ressecamento do látex, diminuindo o risco de rompimento e existem aqueles com gel espermicida. A escolha fica a critério do casal: características de tamanho, o homem precisa encontrar o que melhor se adapte ao seu, e as demais variações devem ser discutidas com a companheira. Imagine só, seu companheiro escolhendo sabor menta para um belo sexo oral, quando você não suporta esse paladar! Aproveito para lembrar, apesar de que voltaremos a falar sobre isso em DST, que no sexo oral também é obrigatório o uso do condom. A vaselina não deve ser aplicada concomitantemente, pois predispõe à ruptura da borracha.

Vale a pena falar sobre as preferências femininas do tamanho de pênis? Acho que cada mulher tem a sua preferência individual. Mas é bom que os machos parem de falar que tamanho não é documento, geralmente quando o seu é de menores proporções, porque pode ser sim. Porém, felizmente não é só o tamanho que importa no relacionamento sexual.

De qualquer maneira, quando o pinto é pequeno para um determinado preservativo, ele pode sair durante a penetração e ficar dentro da vagina. Ao contrário, se o pênis é grande e o condom muito apertado, pode romper mais facilmente. E, em qualquer tamanho de preservativo, nunca é demais enfatizar que ele deve cobrir toda a extensão do pênis, deve ser segurado na base nos movimentos de vai e vem dentro da vagina e que há a necessidade de deixar uma “sobra” na ponta, sem ar, para poder abrigar o ejaculado durante o orgasmo; caso contrário, também será motivo de rompimento do látex (veja fotografia ilustrativa).
Usar camisinha não é chupar bala com papel!
Alguns homens satirizam o uso do preservativo, comparando-o ao “chupar bala com papel”. Acho que já não vivemos mais nessa época de hipocrisia. No relacionamento sexual, é preciso intimidade, camaradagem e, principalmente, cumplicidade. Se o parceiro tem problemas, que eventualmente perca a ereção ao colocar o condom, isso não deve ser encarado como ato dramático, resolve-se em outra tentativa ou de outras maneiras que não a penetração.
A camisinha, quando utilizada seguindo todas as regras, é muito eficiente na contracepção e essa eficiência pode ser ainda maior, quando associada à tabela. Ou seja, nos dias potencialmente férteis, não se tem penetração nem com condom. Quando rompe durante o uso em período fértil, sempre existe o recurso da “pílula do dia seguinte”, que são dois comprimidos de hormônio que devem ser administrados o mais rápido possível, em duas tomadas, com intervalo de 12 horas entre eles. É bom lembrar que a menstruação, depois da pílula do dia seguinte, ocorrerá na época usual, e não antecipadamente como imaginado por muitas mulheres.
A camisinha tem outra indicação igualmente importante, que é a de fazer prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST). Se não romper, funciona muito bem na prevenção de AIDS, gonorréia, tricomonas, etc. Entretanto, ela não é suficiente para proteger contra a infecção pelo HPV em 100% dos casos, devido à possibilidade de infecção em bolsa escrotal, vulgarmente identificada como “saco”, que não é revestido pelos preservativos.
Isso significa que mulheres que usam condom em TODAS as relações sexuais têm risco quase zero de adquirir AIDS, mas continuam parcialmente expostas ao HPV.
Portanto, a camisinha deve ser colocada desde o início da penetração e em TODAS as relações sexuais. Se colocada apenas no final, já poderá ter havido saída de espermatozóide, do líquido seminal. Igualmente, pode haver contaminação bacteriana e/ou viral.
O condom é feito a partir do látex, ou seja, da borracha. Algumas mulheres têm alergia a esse produto, inviabilizando o seu uso pelo casal. Para a prevenção de infecções, nessa circunstância, recomenda-se o uso do preservativo feminino.
Em estatísticas americanas, a camisinha é muito eficiente como método contraceptivo em casais com mais de trinta anos, mas tem elevado índice de falha entre jovens.
Preservativo Feminino
Menos popular que a camisinha masculina, a feminina parece não ter “emplacado”. É possível que seja pelo custo elevado, já que custa cerca de DEZ vezes o preço do preservativo masculino! Fui a uma drogaria dar uma espiada nos preços e quase caí das pernas, é isso mesmo, o preservativo feminino é muito caro, inviabilizando o seu uso para as comuns mortais. Custa cerca de R$10 a caixa com dois dispositivos.
Há cerca de dez anos, fiz uma pequena avaliação do método com minhas pacientes. Distribui cinqüenta caixas, com dois preservativos em cada uma. Algumas mulheres se queixaram da questão estética e certa dificuldade de manuseio, porque sua técnica de uso prevê que deixe uma parte para fora da vagina, a do anel externo, que é aberto, e que deve ser apreendida e fixada na vulva, junto à entrada da vagina, no momento da penetração. O anel menor, fechado, deve ser aplicado profundamente na vagina (veja desenho, que faz parte da ilustração do livro “Sexualidade na maturidade”). Outras mulheres comentaram que fazia ruído semelhante ao do plástico de sacola de supermercado, nos movimentos de vai e vem da penetração, tirando o “clima” de sensualidade que requer o momento. Umas se queixaram de que a lubrificação fazia com que a camisinha escorregasse em suas mãos e outras reclamaram de serem pouco lubrificadas.
Feitas de poliuretano, já vêm bem lubrificadas, mas se essa lubrificação for considerada insuficiente, pode-se adicionar gel lubrificante inerte, aquoso, o mesmo que se pode utilizar quando a vagina está mais seca. Esse gel está à venda nas drogarias, na mesma seção dos preservativos. Mais um comentário sobre o uso do gel, que me parece pertinente. Muitas pacientes se queixam que ficam constrangidas de usá-lo. Se essa for a questão, coloque o gel no banheiro,
aplicando-o com a ponta do dedo indicador sobre a entrada da vagina, e nada diga a respeito.
O companheiro irá imaginar que faz parte de sua lubrificação natural. Uma mentirinha inocente para melhorar o prazer sexual não vai machucar ninguém. A camisinha feminina é um importante recurso para aquelas mulheres com alergia ao látex do preservativo masculino, porque, afora ter sua função na contracepção, também atua na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST).
A vantagem do preservativo feminino sobre o masculino é que pode ser colocado antes de se fazer sexo, além da mulher ter a situação sob controle, não dependendo do parceiro para a contracepção e/ou prevenção de DST, principalmente quando no relacionamento sexual esporádico.
Gel Espermicida
O gel espermicida, em geral à base do nonoxynol, pode ser empregado sozinho, junto com o diafragma, com a esponja ou associado à camisinha. Sua eficácia contraceptiva parece ser pouco menor do que a do uso da associação diafragma/espermicida.
Além de espermicida, essa substância tem a característica de ser bactericida e alguns lhe atribuem também atividade antiviral. Entretanto, o nonoxynol, além de matar algumas bactérias ruins para a vagina, pode liquidar também com os lactobacilos ou bacilos de Doderlein, que protegem a vagina contra agressões de outros fungos e bactérias que sejam indesejáveis a ela. Dessa maneira, algumas mulheres, vejam bem, somente aquelas mulheres predispostas à infecção fúngica, quando usam o espermicida desenvolvem candidíase crônica, que só se curam quando param de usar a substância.
O gel espermicida não protege contra a AIDS; ao contrário, aumenta o risco de contrair a doença, devido ao processo inflamatório que provoca nas paredes vaginais, facilitando a entrada do vírus HIV. Portanto, o espermicida NÃO dispensa o uso do condom.
Diafragma
O diafragma, a despeito de ser um método bastante eficaz na contracepção quando bem empregado, tem sido esquecido por todos.
Quando bem ajustado ao tamanho da mulher, a parte anterior fica imediatamente atrás do púbis e a posterior fica no fundo de saco posterior, atrás do colo, de modo que a membrana do diafragma encubra todo o colo. Ele tem que ficar confortável, não pode ser grande e tampouco pequeno. Quando a mulher faz a escolha pelo método, deve aplicá-lo com a ajuda do(a) profissional que indicou, para averiguar se está bem ajustado, que não esteja folgado ou apertado, e se ela está sabendo introduzir
O diafragma tem que ser usado com o gel espermicida e deve ser mantido no local por oito horas após a ejaculação, para aguardar que não tenha espermatozóide vivo quando de sua retirada. Se esquecido na vagina, aumenta o risco de infecção genital. O uso de diafragma está relacionado com maior incidência de infecção urinária, sendo portanto contra-indicado nas mulheres com infecção urinária de repetição, nas diabéticas e nas com problemas renais outros.
DIU
O DIU, dispositivo intra-uterino, é um método milenar redescoberto no início do século XX. Nossos ancestrais usavam qualquer objeto pequeno dentro da cavidade uterina, por exemplo, uma pedrinha. Isso foi aperfeiçoado com dispositivos de polietileno, acrescido de cobre ou de hormônio progesterona.
Deixarei o DIU com hormônio para discutir na segunda parte de contracepção, no próximo boletim, quando irei abordar a questão dos contraceptivos hormonais. Existem evidências de que o DIU, principalmente o com cobre, impede a fertilização do óvulo pelo espermatozóide.
O transporte dos espermatozóides pelo muco do colo uterino ao útero e às trompas uterinas é impedido, ocorrendo dissolução do esperma. Isso lhe confere verdadeira ação contraceptiva e não abortiva, como alguns grupos costumavam aclamar.
É um método muito eficiente como contraceptivo, mas merece alguns cuidados e considerações.

- Se for utilizado sem condom, deve ser com companheiro sexual único, que esteja consciente de sua responsabilidade. Se ele tiver relações sexuais com outras mulheres sem preservativo, aumentará o risco de contaminar sua parceira e promover infecções genitais/pélvicas graves.
- As pacientes devem ser previamente avaliadas e orientadas: não podem ter miomas, outras alterações do útero e/ou da cavidade uterina, anemias, doenças que alterem a coagulação, corrimento, cólica menstrual usual, fluxo menstrual excessivo e múltiplos parceiros sexuais.
- A paciente deve se reavaliada a cada seis meses, de preferência realizando novo estudo ultra-sonográfico, para aferir a localização do DIU e averiguar a possibilidade de qualquer infecção genital/corrimento. Mensalmente, após a menstruação, a mulher deve inserir o dedo indicador dentro da vagina e conferir o tamanho do fio do DIU: se muito longo, é indicador de que possivelmente tenha se deslocado para baixo, devendo ser substituído. Se ausente, provavelmente é porque o fio enrolou-se para cima, dentro da cavidade uterina. Nunca se reaproveita o mesmo DIU, quando ele se desloca, porque ele se contamina por bactérias e perde a sua forma primária, reduzindo portanto a função contraceptiva.
- Os primeiros dois a quatro meses são de adaptação, podendo ocorrer irregularidades menstruais, muito aumento do fluxo; após esse período, os ciclos devem se regularizar, porém, sempre com um fluxo menstrual pouco maior que antes de sua inserção. - Não tem efeitos colaterais gerais e não interfere na penetração. Aí mora o perigo. Algumas mulheres adaptam-se tão bem ao DIU, que se esquecem de sua existência e tampouco fazem qualquer controle.
- As fotografias são de modelo de DIU intra-uterino, meramente ilustrativas.

Acabei por fazer uma exposição longa, porém espero que tenha sido de fácil compreensão. Imagino que cada mulher leia a parte que lhe interessa. Se ainda assim surgirem dúvidas, mandem suas questões.
Dra. Luciana Nobile

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Somos como Deus nos pôs no Mundo - Lindas



para quem pode a nível monitário, acertando narizes, lábios, cabelos, corpos (com muito esforço), deparamo-nos com aquelas que nos fazm sentir inveja do seu visual.

temos que ter consciência que elas puderam ficar assim pela fama e dinheiro ganho por ela!!

o dinheiro ajuda no visual, indiscutível, já repararam que elas todas antes têm  o que a natureza, lhes deu, como a nós!!

somos todas BELAS basta ter força suficiente para  nos valorizar, dia a dia, e buscar, mesmo que algumas não tenhamos recursos para isso, o melhor de cada UMA!!


somos todas Lindas





segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como passar uma camisa social?


Dicas de NEUZA FERNANDES





Passo 01 - A primeira coisa a fazer é passar a parte interna da camisa onde ficam os botões e as casas.
Passo 02 - Depois, vire a camisa do lado certo e passe a parte de cima das costas.



Passo 03 - Passe a metade da frente da parte de cima da camisa, como na foto. Depois, passe a outra metade.
Passo 04 - Faça a mesma coisa nas costas. Depois, passe a metade da frente da parte de baixo e assim por diante.



Passo 05 - A gola é importante. A primeira parte a ser passada é a que fica virada pra dentro. Estique bem.
Passo 06 - A parte interna da gola é passada logo em seguida. Veja como fica bem mais fácil tirar os amassados.



Passo 07 - Passe a parte interna do punho, com o mesmo objetivo do colarinho. Facilita na hora de passar a parte de fora.
Passo 08 - Encaixe a manga na lateral da tábua de passar. Se não quiser vincar a manga, é só não correr o ferro na lateral. Espere a camisa esfriar e coloque no cabide.



outras dicas de Neuza

  1. Na hora de passar a roupa é sempre bom borrifar água com um pouco de amaciante pra deixar a roupa sem vincos desnecessários e retirar aquelas partes mais enrugadas. "Com roupa preta, o correto é usar água pura, porque com amaciante, parece que a roupa fica cheia de pêlos.
  2. E por falar em pêlos, sabe aquela roupa preta que saiu da máquina lotada deles? A dica de Neuza é mergulhar a roupa no tanque cheio de água. "Só água mesmo. Mergulhe várias vezes que a roupa preta fica sem pêlo nenhum", afirma.

  3. Sempre passe roupas pretas do avesso. Isso evita brilhos e marcas. Se não quiser passar do avesso, coloque um pano bem fino por cima, como uma fralda. Outros tecidos que devem seguir este mesmo processo são o crepe, o cetim e e o linho

    Na hora de passar roupas com partes emborrachadas, tome muito cuidado. Use baixas temperaturas e use um pano por cima, pra não grudar. Curiosidade: a parte brilhosa do cetim agarra no ferro de passar. Portanto, passe do avesso sempre.

  4. Se alguma coisa agarrou no seu ferro de passar roupa e você não consegue removê-lo, a dica é esquentá-lo e desligar da energia. Em seguida, pegue uma palha de aço seca, segure a palha com um pano e passe na parte suja. Pegue um pano úmido e retire os resíduos. Não faça isso, caso seu ferro seja revestido por teflon.

  5. As roupas de cama, Neuza dobra em quatro partes e passa na tábua de mesmo. "Eu passo um lado, depois viro e passo o outro e vou virando, sem encostar os lençóis no chão".

  6. A tábua de passar é importante, porque dá o encaixe pra passar calças as mangas de camisas
    Observe o tipo de tecido e veja qual é a temperatura adequada pra roupa. Se não constar na etiqueta, vá graduando a temperatura aos poucos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Lasanha Vegetariana

 
 

Valor nutricional e calórico por porção


calorias = 210 kcal
carboidratos = 21.7 g
proteínas = 11.1 g
lipídios = 9.4 g

Ingredientes


- 1 pacote de lasanha pré-cozida
- 1 ½ cenoura ralada
- ½ maço de acelga cortada em tiras
- 1 cabeça de couve-flor
- 1 cebola ¼ pimentão vermelho
- 400 ml de molho branco
- parmesão ralado a gosto


Modo de Preparo


Refogue todos os legumes. Num pirex untar com molho branco. Coloque a massa de lasanha. Depois coloque o molho branco, depois os legumes refogados, mas uma camada de massa. E segue essas camadas. Feche com massa de lasanha e coloque molho branco. Salpique o parmesão ralado em cima e asse no forno até gratinar o molho. Sirva a seguir.

Você monta o seu cardápio


Escolha uma opção de cada refeição, podendo repetir as sugestões que mais gostar.
Dicas importantes:
*Todas as opções podem ser adaptadas ao gosto de cada um, mas desde que não alterem o
GRUPO ALIMENTAR

*Sucos zero açúcar, gelatina diet, chás, café, limonada, e claro muita água podem estar a qualquer momento do dia e bem à vontade.
*Acrescentar mais saladas e até legumes refogados, do que o sugerido não altera tanto a dieta.
*Temperar as saladas com limão, gengibre ralado, 1 colher de chá de azeite (se possível) e pouco sal.
*Evitar ao máximo usar gorduras e óleos em geral, no preparo das refeições.
*Evite o açúcar ao máximo que puder ao fazer os sucos naturais, caso não tenha adoçante. Se tiver melhor trocar por ele.

Café da manhã

Opção 1
• 1 xíc. (chá) de leite desnatado com café
• 1 fatia de pão integral
• 1 fatia de peito de peru
Opção 2
• Vitamina com 1 copo de iogurte desnatado + ½ papaia + 2 col. (sopa) linhaça triturada
Opção 3
• 1 copo de leite desnatado
• 2 torradas integrais
• 2 fatias de mussarela
Opção 4
• 1 copo de iogurte de frutas light
• 2 col. (sopa) de granola ou aveia
Opção 5
• Vitamina de 1 copo de leite desnatado batido com meia maçã com casca e 1 col. (sopa) linhaça triturada
Opção 6
• 1 copo de leite desnatado com canela
• 1 torrada integral
• 1 fatia de queijo fresco

Lanche da manhã

• 2 castanhas-do-pará
OU
• 1 banana
OU
• 1 copo de iogurte light
OU
• 4 damascos secos
OU
• 1 fatia grossa de abacaxi
OU
• 1 fatia de queijo branco

Almoço

Opção 1
• Salada de alface e tomate temperada com pouco sal, limão, gengibre e 1 col. (chá) de azeite
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 5 col. (sopa) de carne de soja ou 1 hambúrguer de soja light
• 1 xíc. (chá) de gelatina diet Opção 2
• Salada de rúcula, ervilha e palmito temperada com pouco sal, limão, gengibre e 1 col. (chá) de azeite
• 2 col. (sopa) de purê de batata
• 1 filé de frango grelhado
• 1 xíc. (chá) de gelatina diet
Opção 3
• Salada de folhas verdes temperada com pouco sal, limão, gengibre e 1 col. (chá) de azeite
• 2 col. (sopa) de arroz
• 1 omelete feita com 1 gema, 2 claras e 1 fatia de queijo branco
• 3 col. (sopa) de seleta de legumes
• 1 xíc. (chá) de gelatina diet
Opção 4
• Salada de folhas verdes temperada com pouco sal, limão, gengibre e 1 col. (chá) de azeite
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 1 col. (sopa) de feijão
• 1 sobrecoxa de frango assada sem pele
• 2 col. de (sopa) de brócolis cozidos
• 1 xíc. (chá) de gelatina diet
Opção 5
• Salada de folhas verdes com cenoura ralada temperada com pouco sal, limão, gengibre e 1 col. (chá) de azeite
• 1 batata média assada
• 1 filé de peixe grelhado ou 1 lata de atum light
• 3 col. (sopa) de bernjela refogada
• 1 xíc. (chá) de gelatina diet
Opção 6
• Salada de folhas verdes temperada com pouco sal, limão, gengibre e 1 col. (chá) de azeite
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 2 col. (sopa) de feijão ou milho
• 1 filé de carne vermelha grelhado
• 3 col. (sops) de vagem ou repolho cozido
• 1 xíc. (chá) de gelatina diet

Lanche da tarde

• 1 barra de cereal light
OU
• 1 bombom Alpino ou Sonho de Valsa
OU
• 3 bolachas doce integral
OU
• 1 caixinha de água de coco
• 2 biscoitos integrais
OU
• 1 manga
OU
• 12 amêndoas

Jantar

Opção 1
• Sanduíche com ½ pão sírio com ½ col. (sopa) de maionese light + 1 fatia de peito de peru + 1 fatia de mussarela light + folhas de alface + rodelas de tomate
Opção 2
• Sanduíche com 2 fatias de pão integral light + 1 fatias de presunto + 1 fatia de queijo branco + ½ col. (sopa) de requeijão light
Opção 3
• Sanduíche com 1 pão francês sem miolo + 1 salsichas de peru + 2 rodelas de tomate
Opção 4
• Sanduíche com ½ pão sírio + ½ col. (sopa) de requeijão light + 3 col. (sopa) de peito de frango desfiado + 1 col. (sopa) de cenoura ralada
Opção 5
• Sanduíche com 2 fatias de pão integral light + ½ col. (sopa) de maionese light + 1 col. (sopa) de atum em água + 2 rodelas de tomate + 1 col. (sopa) de cenoura ralada
Opção 6
• Sanduíche com ½ pão francês sem miolo + 2 fatias de presunto magro + 1 fatia de queijo prato

Ceia

• 1 copo (200 ml) de leite desnatado com canela ou pó de suco zero açúcar
OU
• 1 iogurte desnatado com adoçante
OU
• 1 enroladinho de 1 fatia de presunto e 1 de mussarela



Por:
Dieta e beleza

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Alisamento natural dos cabelos




A procura por tratamentos químicos ou naturais que alisam os fios é constante, afinal a maioria das mulheres querem cabelos bonitos, lisos, saudáveis e bem arrumados. O tratamento mais procurado atualmente por conta da durabilidade e efeito liso em qualquer tipo de cabelo é a escova progressiva, feito com produtos químicos que mudam completamente a estrutura dos fios. Além disso, há produtos naturais que ajudam a diminuir o volume e o frizz, porém é recomendado somente para quem tem cabelo ondulado ou armado, pois cabelos muito crespos ou encaracolados necessitam de um tratamento químico que atue diretamente na estrutura dos fios para que fiquem lisos. Por isso, se você deseja aumentar a duração da sua escova progressiva ou alisar naturalmente os fios ondulados, acabando com o frizz confira as dicas.

O leite ajuda no alisamento natural dos fios

Alisar os fios

Para alisar os fios de maneira natural é só colocar meio copo de leite de vaca em um borrifador e borrifar o leite por todo o cabelo ainda seco, penteie as madeixas com delicadeza e espere cerca de 20 minutos, depois lave com o seu shampoo e condicionador habituais, porém, há muitos produtos no mercado que ajudam a alisar os fios. Após isso, os fios ficarão brilhantes, lisos e sedosos. O efeito liso dura somente até a próxima lavada.

O mel hidrata e diminui o frizz dos cabelos

Acabar com o frizado

Para eliminar ou diminuir os fios arrepiados é só misturar um copo de seu condicionador de uso habitual com 3 colheres de mel e uma de óleo de amêndoas. Misture tudo e vá aplicando de maneira delicada nos cabelos molhados, passando nas pontas ressecadas. Deixe o cabelo abafado em uma toalha e espere cerca de 20 minutos e enxague. O mel tem efeito calmante, deixando os fios sem frizz e pontas ressecadas.
Há vários produtos naturais que podem ser usados para deixar os cabelos mais lisos, causando um efeito de alisamento natural que não destrói as estruturas dos fios. Os produtos mais indicados são o abacate, azeite, óleo de coco e plantas, sem nenhum tipo de química e formol, podendo ser feito sem restrição.






Calcule a necessidade diária de calorias


665 + ( 9,6 x peso em kg.) + (1,7 X altura em cm) – (4,7 X idade em anos)= necessidade diária de calorias.

OBS: Pessoas sedentárias: acrescente 30% no resultado.

Pratica atividade física moderada: acrescente 50%

Pratica atividade física intensa: acrescente 100%

OBS: O cálculo é somente para se ter uma noção da quantidade de calorias a serem ingeridas diariamente para que o organismo funcione bem e com saúde

VISITE - vale a pena ...

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