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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

DST: HPV - Considerações sobre o diagnóstico e a transmissão do vírus


O HPV, epidêmico em todo o mundo, pode provocar verrugas nos genitais externos e estar relacionado à etiologia do câncer no colo uterino,vagina, vulva e ânus, assim como no pênis. Discutimos o seu diagnóstico e a sua transmissão. O HPV tem cura? Deixamos para o próximo número as novas perspectivas sobre a prevenção e o tratamento.
O vírus HPV ( human papilloma vírus - vírus papiloma humano) é responsável por infecção genital freqüente em todo o mundo e implica em problemas sérios de ordem física e emocional, seja pela sua presença ou pela complexidade e tempo necessários para o tratamento e/ou resolução. Alguns estudos citam o HPV como a DST mais freqüente no mundo todo.
Pertence ao grupo das doenças classificadas de sexualmente transmissíveis (DST - doença sexualmente transmissível), pois é de propagação principalmente sexual: está relacionada a hábitos e costumes sexuais. Quando me perguntam se é possível a sua transmissão de qualquer outra maneira, não consigo ter uma resposta clara e definitiva. Há a possibilidade de transmissão não sexual - vertical (contaminação fetal na gravidez/parto), auto e hetero-inoculaçaõ e eventualmente através de materiais de uso comum (toalhas, roupas).
São conhecidos mais de 100 tipos diferentes do HPV, sendo que cerca de 50 deles podem contaminar a região anogenital (região anal e genital). Eles são classificados numericamente.
Alguns se associam ao condiloma genital (verrugas genitais) ou a alterações celulares leves (no colo uterino), que não progridem para o câncer: são os denominados de HPV de baixo-risco, também designado de grupo A em exame específico.
Por outro lado, outros tipos de HPV, tais como os de número 16, 18, 31, 33 e 35, freqüentemente se associam a lesões mais avançadas, precursoras do câncer, e são encontrados na maioria dos casos de carcinoma (câncer) invasor do colo uterino: pertencem ao grupo de alto-risco, ou grupo B.
Enquanto que as verrugas são palpáveis pela própria paciente, motivando rápida procura de orientação médica, lesões de colo e vagina não são percebidas pela paciente e evoluem silenciosamente, de modo traiçoeiro.
O tumor de colo uterino é causa freqüente de morte entre mulheres de baixo nível sócio econômico, que não recebem assistência médica adequada, a despeito de se tratar de um tipo singular de câncer, verdadeiramente passível de prevenção.
Em países desenvolvidos há programas de prevenção de câncer ginecológico, com a realização periódica de exames; em casos de resultados alterados, as pacientes são convocadas para orientação e tratamento.
Em clínica privada é praticamente inexistente o carcinoma cervical, considerando as pacientes com HPV que fazem acompanhamento ginecológico regular.
Calcula-se que haja cerca de vinte milhões de pessoas infectadas pelo vírus HPV nos Estados Unidos.
E como se "pega" o HPV? Quais são as suas formas de transmissão? Isso é o que veremos a seguir.
A transmissão do HPV
O HPV é contraído principalmente através da relação sexual. A contaminação não-sexual através da saliva é rara, mas pode ocorrer, assim como a infecção fetal durante a gravidez/parto, também de ocorrência excepcional.
O que chama a atenção é o fato de que mulheres virgens com exercício sexual sem penetração, também podem se infectar pelo HPV, indicando que o contato genital externo é suficiente para a aquisição do vírus.
O principal fator de risco para a infecção pelo HPV é o número de parceiros durante a vida. Alguns pesquisadores mais pessimistas avaliam em cerca de 80 a 85% o risco de contaminação pelo HPV em mulheres heterossexuais sexualmente ativas.
A verruga genital não é uma DST de transmissão convencional, devido ao fato de que a infecção latente e a sub-clínica são as formas mais comuns do HPV genital. Isso dificulta o rastreamento do HPV, ou seja, identificar de onde veio a contaminação.
Exemplificando, temos a situação da mulher infectada que pode estar desenvolvendo uma doença de um vírus que estava latente (escondido) há muitos anos. Ilustra essa história, a paciente que há alguns anos não tem sexo compartilhado, assim como a situação em que a mulher apresenta a doença evidente, e os exames do primeiro e único parceiro sexual não conseguem detectar o vírus. Nessa segunda circunstância, o vírus pode estar nele latente, o que acontece num elevado percentual de casos, estando infectante, porém sem doença ativa.
A prevalência do HPV é maior em jovens sexualmente ativos. Entre mulheres, o pico de incidência está entre 20 e 24 anos, com estimativas de que até 50% dessa população esteja contaminada. A prevalência reduz agudamente em mulheres após os 30 anos. Essa redução é provavelmente devido ao menor número de parceiros sexuais e diminuição da exposição ao vírus, paralelamente ao fato de que os ectrópios ("feridinhas") cervicais também reduzem com a idade, reduzindo a vulnerabilidade da mulher a infecções.
HPV tem cura?
Inúmeras publicações científicas afirmam que não existe qualquer procedimento médico que erradique o HPV, mas que na maioria dos casos a infecção viral desaparece espontaneamente num período de 1 a 2 anos, o que confere imunidade protetora e duradoura para o subtipo viral específico.
Entretanto, como não tivemos nenhum único caso de câncer do colo uterino nos últimos 15 anos, considerando as pacientes com diagnóstico de HPV que foram tratadas, isso nos sugere que o tratamento adequado seja eficiente para erradicar a infecção.
Reforça ainda a nossa teoria o fato da raridade de ocorrência do câncer cervical em mulheres com assistência médica oportuna e, por outro lado, a elevada incidência de câncer cervical em populações carentes.
Porque então estaria também toda a literatura médica pertinente indicando tratamentos e apresentando os seus resultados, se ninguém acreditasse na cura terapêutica?
É possível sim que muitas das mulheres que estamos tratando tivessem evolução espontânea para a cura se apenas fossem acompanhadas com observação clínica (Papanicolau, colposcopia e biópsias, se necessárias). Mas como identificar com precisão os casos que evoluiriam para o câncer cervical? E como garantir que essas mulheres com o diagnóstico do HPV façam o seguimento clínico rigoroso e evitem a transmissão viral para outras pessoas? Será que o tratamento está colaborando para reduzir a sua transmissibilidade?
De toda maneira, é importante apresentar alguns dados de literatura: a despeito da correlação entre o HPV de alto-risco e o câncer do colo uterino, 80% das infecções são transitórias, assintomáticas e somem sem qualquer tratamento. Quando isso ocorre, as alterações celulares (demonstrado pelo Papanicolau) relacionadas ao vírus, regridem espontaneamente e não mais se identifica o HPV no colo. A regressão espontânea de lesões cervicais relacionadas à presença do HPV é menor conforme aumenta a gravidade das lesões.
As verrugas
As verrugas genitais, também denominadas de condiloma acuminado , são o resultado da infecção pelo HPV. Esses mesmos vírus, porém outros tipos numéricos, podem causar verrugas em outras partes do corpo, tais como mãos e plantas dos pés.
Na genitália associam-se sobretudo aos tipos de baixo-risco, mas é usual a associação de vários tipos virais, inclusive com os de alto-risco.
A infecção genital pelos subtipos não-genitais do HPV é extremamente rara e ocorre principalmente em crianças. Essa é portanto, um modo não-sexual de transmissão.
As verrugas genitais são manifestações clínicas de replicação viral ativa e a sua presença é diagnóstica da presença do HPV, dispensando a feitura de qualquer exame adicional para a confirmação diagnóstica.
Quando no homem, o condiloma acuminado é popularmente denominado de "crista de galo".
Avaliação inicial das verrugas
O diagnóstico da verruga genital baseia-se no aspecto das lesões. Geralmente têm contorno acuminado (ver sinônimo), têm textura elástica, flexível, são várias e não são pigmentadas. Freqüentemente assintomáticas, mas podem se apresentar com coceira, sangramento e desconforto.
Podem se localizar em qualquer região do monte de Vênus (púbis), vulva, períneo e região perianal da mulher. No homem, no pênis, bolsa escrotal, períneo e também perianal. A presença da infecção viral no escroto é essencial para a compreensão da prevenção, que não abordaremos no momento.
A biópsia em geral só é realizada quando as verrugas não respondem ou pioram durante o tratamento, quando são pigmentadas, endurecidas ou o diagnóstico não for de certeza.
A vulvoscopia (exame dos lábios genitais com lentes de aumento - o colposcópio - e uso de alguns líquidos específicos) pode auxiliar na visualização das lesões ditas sub-clínicas (não vistas a olho nu).
O HPV cérvico-vaginal e o câncer
Câncer, carcinoma, tumor maligno e neoplasia maligna são sinônimos.
A infecção de vagina e colo uterino, pela própria localização, esconde-se de quem a tem. Evolui insidiosamente, sem qualquer manifestação clínica relevante e, quando descoberta, já pode estar em estágio avançado do carcinoma. Para ser identificada, somente com o exame ginecológico periódico.
Na consulta ginecológica de rotina, usualmente colhe-se o Papanicolau (colpocitologia oncótica), que só identifica o HPV quando já existe alteração celular patente, desencadeada pela infecção viral.
O Papanicolau, chamado pelos americanos de Pap smear , e por aqui simplesmente como Papa , é o estudo de células obtidas pela descamação do colo, coletadas com uma espátula de madeira aplicada sobre o colo com movimentos circulares e uma escovinha que é inserida na endocérvice (canal cervical, comunicação entre o corpo do útero e a vagina, por onde escoa o sangue menstrual e trajeto do espermatozóide para dentro da cavidade uterina). É também denominado de "colpocitologia oncótica". Herdou o nome de Papanicolau de seu precursor.
Um exame mais acurado e mais precoce para o diagnóstico do HPV é a colposcopia (exame do colo e vagina com um sistema de lentes de aumento - o colposcópio faz as vezes de um microscópio do colo), que as inúmeras publicações científicas não recomendam que seja realizada de rotina, pelo elevado custo. Entretanto, no Brasil, a situação é inversa, em que a colposcopia é de custo menor que os exames específicos definitivos para a presença do HPV, conforme veremos abaixo.
Ela pode ser simplificada com o uso de ácido acético a 2 ou 3% e a observação a "olho nu" das paredes vaginais e da cérvice uterina, que ficam com aspecto esbranquiçado quando presente o HPV. Essa maneira mais simples é relativamente eficiente, apesar de não substituir a colposcopia.
Porém, o diagnóstico definitivo é realizado pelo exame de captura híbrida (CH), exame específico para a confirmação da presença do HPV, indicado em alguns casos. A CH permite identificar o tipo e a quantidade de vírus presente, características ainda de valor discutível.
Entretanto, em nosso meio ainda é exame de custo muito elevado. Ao contrário, nos EUA alguns serviços recomendam a realização da CH sempre que diante de alteração do Papanicolau, dispensando a colposcopia, por ser esta mais cara.
Outro exame empregado é o da hibridização in situ, para confirmar a presença do vírus, como método alternativo para a CH.
O período de latência entre a exposição inicial ao HPV e o desenvolvimento do carcinoma cervical pode ir de meses a anos. Embora seja possível a progressão rápida, a média desse período é de quase 15 anos. Ou seja, usualmente a mulher tem bastante tempo para se tratar, antes que a infecção pelo HPV evolua para câncer.
Co-fatores no desenvolvimento do câncer do colo uterino
A incidência relativamente pequena de mulheres com HPV que evoluem com lesões precursoras de câncer do colo uterino sugere que outros fatores possam estar implicados no processo carcinogênico, ou seja, que induzem ao desenvolvimento do tumor maligno.
Algumas mulheres carregam o HPV por anos, com seqüelas mínimas, enquanto que outras rapidamente evoluem para neoplasia cervical. Os pesquisadores acreditam que a transformação maligna seja também influenciada por fatores independentes, sexuais ou não.
O fumo, ativo ou passivo, é um dos fatores associados à malignização do colo uterino. Afora ação local de metabólitos da nicotina nos tecidos cervicais, o fumo reduz a resposta imunológica do indivíduo. Fumantes têm duas vezes mais o câncer do colo uterino. Quanto maior o número de cigarros/dia, maior o risco.
Contracepção hormonal oral, após cinco anos de uso, está relacionada a uma maior incidência de câncer in situ (inicial) e do carcinoma invasor do colo. Uma das explicações, a ser confirmada, é a de que mulheres com contracepção hormonal protegem-se menos com o uso de preservativos.
Existe também uma relação da paridade: quanto maior o número de gestações de termo, maior o risco de neoplasia cervical. Talvez pela maior incidência de ectopia cervical ("feridinhas" no colo uterino) nessas mulheres, o que aumenta o risco de malignidades.
As condições imunológicas da mulher também interferem na resolução do HPV. Mulheres infectadas pelo vírus HIV (o vírus da AIDS), principalmente aquelas com contagem de células CD4 menores que 200 células/mm ³ , têm uma maior incidência de infecção por HPV e de alterações celulares pré-malignas do colo uterino. Daí ser rotina a solicitação do teste anti-HIV nas portadoras de HPV. Porém, a infecção pelo HPV é muito mais freqüente que a pelo vírus HIV.

Dra. Luciana Nobile
 e
Profa. dra. Maricy Tacla
Médica assistente doutora da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Doutora em Ginecologia na FMUSP.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Somos como Deus nos pôs no Mundo - Lindas



para quem pode a nível monitário, acertando narizes, lábios, cabelos, corpos (com muito esforço), deparamo-nos com aquelas que nos fazm sentir inveja do seu visual.

temos que ter consciência que elas puderam ficar assim pela fama e dinheiro ganho por ela!!

o dinheiro ajuda no visual, indiscutível, já repararam que elas todas antes têm  o que a natureza, lhes deu, como a nós!!

somos todas BELAS basta ter força suficiente para  nos valorizar, dia a dia, e buscar, mesmo que algumas não tenhamos recursos para isso, o melhor de cada UMA!!


somos todas Lindas





segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Floral do Limão



Por: Conceição Trucom *

Esta é mais uma terapia complementar onde comparece nosso sagrado limão, sendo que os efeitos transformadores são proporcionados agora pelas propriedades sutis que contêm as flores do limoeiro.

Os "remédios florais" são infusões naturais ou essências florais extraídas de flores imersas em água pura sob a irradiação da energia solar. O interessante é que a flor é a parte mais sutil de uma planta, e a proposta desta terapia alternativa e integrativa é que a essência floral trate exatamente a parte mais sutil do Ser humano, que é a sua Alma.

Os florais não atuam por obra de um princípio ativo - como nos remédios alopáticos - e sim por intermédio da energia vital específica de cada flor e a planta que a gerou. O remédio floral atua sobre os estados emocionais, fazendo com que o indivíduo desbloqueie alguns padrões de comportamento cristalizados (conscientes ou não), facilitando que passe a agir em ressonância com uma vibração mais positiva e construtiva.

Os primeiros florais foram os criados pelo Dr. Bach, entre 1926 a 1934, que esperava que cada Ser humano pudesse finalmente descobrir dentro de si a verdadeira origem dos males que o afligiam, indo buscar antes a causa e não o efeito, procurando nas emoções e na mente - na Alma - as desarmonias que o bloqueiam em sua evolução.

A Terapia Floral é suave e não invasiva, e afirma que não existem doenças e sim doentes, e a remoção consciente das emoções desarmoniosas, dos preconceitos e dos traumas é o verdadeiro método de cura. A doença é evitável quando a Alma encontra-se desempenhando sua missão.

Segundo o Dr. Bach, as doenças básicas do Ser humano são o orgulho, ódio, crueldade, egoísmo, ignorância, instabilidade e ambição. 
A persistência nestes desvios, após ciência de sua natureza nociva, ocasiona no corpo o que se convencionou chamar de doença.

É fundamental procurar tratar primeiramente os sintomas mais graves e, no decorrer do tratamento, os aspectos secundários serão também harmonizados. Isso é normal, visto que a maioria das desarmonias se encontram no inconsciente, e é justamente aí que as essências florais irão atuar.

Onde se aplica o Floral do Limão?

Veja o que fala a autora Neide Margonari, famosa por seus cursos e atendimentos com florais: "Indicado para a personalidade amarga, de índole destrutiva, o Floral do Limão trabalha o despertar da consciência com relação ao sofrimento que provocamos em nós e nos outros com essas atitudes negativas".

Útil também para a personalidade que carrega a tristeza, a mágoa e o sentimento da amargura.

O valor terapêutico do Floral do Limão é enorme, por ser um poderoso depurativo do sangue, com ação rápida na cura dos problemas gerados pela baixa resistência imunológica, realizando um tratamento preventivo em pessoas propensas a quadros infecciosos.

Sem dúvida, ele interfere e trata desequilíbrios emocionais já cristalizados no corpo físico, ajudando na dissolução de cristais de ácido úrico, como também na de cálculos biliares ou vesicais.

Como ele trabalha o positivismo e bom astral, apresenta bons resultados em processos de desapegos, doenças graves, convalescença e momentos críticos da vida.

O Floral do Limão atua beneficamente em mais de cento e cinqüenta doenças. Para se ter uma idéia, basta observar a relação que algumas enfermidades têm com desequilíbrios emocionais, que são: problemas de pele, hemorragias, acidez em geral, distúrbios nervosos e digestivos, mau hálito, gengivite, insônia, esterilidade, anemia, bócio, caspa, amenorréia, amidalite, angina do peito, distúrbios cardiovasculares e de pele, artritismo e gota, cãibras, congestão geral, diabetes, etc.

A diferença neste tipo de tratamento é que ele acontece de forma muito sutil, através do uso do Floral do Limão Cravo que componho com o Floral da Laranja Pêra, que irá trabalhar aspectos da criança interna (espontaneidade, vontade de viver, aprender e crescer).

Além disso, considero prudente, integrar a terapia Floral com outras técnicas terapêuticas, pois a desintoxicação do corpo físico e dos bloqueios emocionais e mentais é acelerada pelo uso do Floral do Limão, principalmente se associado com a Aromaterapia e a Cromoterapia.

Lembre-se: mesmo que a doença pareça cruel, ela no fundo existe para fornecer uma informação importante sobre quais pontos da nossa personalidade devem ser verificados e harmonizados. A doença é um mestre.

A todas as mulheres Que driblam a vida para entregar o melhor de si em tudo que fazem...



Martha Medeiros

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.
Por Martha Medeiros - jornalista e escritora, é colunista do jornal Zero Hora (Porto Alegre/RS) e de O Globo (Rio de Janeiro/RJ).

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Auto-Exame das Mamas


TOQUE-SE

  IMPORTANTE:

- Durante a palpação da mama, observe o surgimento de nódulos, note sua consistência, mobilidade, limites, localização, tamanho.

- A dor também deve ser considerada, embora não seja freqüente em casos de câncer de mama

- Nódulos que surgem antes da menstruação e desaparecem após a mesma, geralmente não têm valor clínico importante.

- O uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, período pré menstrual, amamentação, gestação e aborto recente podem influenciar e dificultar a identificação de nódulos.

NO ESPELHO

Coloque as mãos na cintura e observe o formato, tamanho e contorno de suas mamas (observe se estão iguais, simétricas). Veja se existem pregas, depressões ou alterações na pele da mama, aréola e mamilo.
 

NO ESPELHO

Coloque as mãos para o alto e fique atenta aos mesmos sinais de igualdade da pele já descritos.
É uma oportunidade única de observar sua simetria mamária. Observe se as mamas estão alinhadas, assim como as aréolas e mamilos. Eles deverão sempre estar na mesma linha. Observe se o sutiã faz marca só em uma mama, e qual é o local para verificar se há edema (inchaço).
 

NO CHUVEIRO
Ensaboe bem as mamas e axilas, deste modo suas mãos percorrerão melhor e facilitará o exame. Coloque o braço atrás da nuca, coluna reta e com a ponta dos dedos percorra todas as áreas da mama em movimentos circulares de fora para dentro, procurando por espessamentos ou caroços. Use a mão direita para examinar a mama esquerda e vice-versa. Você também poderá realizar esse exame fora do chuveiro, com maior atenção.
 

MOVIMENTOS CIRCULARES
Devem ocorrer da parte externa superior da mama (perto da axila) em direção ao mamilo, de modo firme, mas delicado.

MAMILOS E ARÉOLAS

Pressione suavemente os mamilos e observe com cuidado a presença de secreções e a presença de lesões na sua pele sensível, assim como nas aréolas.
 

AXILAS
Elas também fazem parte do tecido mamário, e devem ser examinadas do mesmo modo que as mamas. Realize movimentos circulares da mama para axila, observando a presença de caroços na região. [
 

DEITADA
Coloque um apoio sob o ombro direito (pode ser um travesseiro ou toalha) e a mão direita atrás da cabeça. Examine sua mama direita com a mão esquerda, repetindo os movimentos circulares.
Repita esse passo com o lado esquerdo. Você deverá se acostumar a fazer o auto exame desde já.

Se isso não acontece, pode ter certeza:
 
Você está muito atrasada nesse compromisso com sua saúde. Através dele é freqüente a descoberta de doenças da mama, como alterações funcionais benignas, ou mesmo um câncer de mama.
É importante você saber que, ao detectar qualquer anormalidade, não deve entrar em pânico nem solicitar ajuda de quem pouco poderá lhe esclarecer.
Procure SEMPRE um médico
, lembrando mais uma vez que o auto exame propiciará detectar um possível câncer de mama de modo precoce, aumentando substancialmente suas chances de cura, além de ter a grande possibilidade de uma cirurgia de menor porte para combatê-lo.
Além do mais, nunca devem ser ignoradas as alterações benignas, cujo quadro pode se manifestar também através de nódulos mamários. Cumpra essa determinação, aceite este convite, cuide-se, não tenha medo de examinar-se e descobrir algo, faça com que o auto exame seja uma rotina na sua vida. Afinal, o cuidado com sua saúde é um grande ato de amor, de valorização e respeito para com seu corpo, sua saúde e sua própria vida. Toque-se !!!

http://cancerdemama.com.br/

sábado, 6 de agosto de 2011

21 formas (médicas) de perder peso sem fazer dieta

21 formas (médicas) de perder peso sem fazer dieta




  1. Coma com tempo. Saborear cada bocado e fazer que dure, porque os sinais que indicam que já estamos saciados são um pouco lentos e se comemos rápido podemos chegar a comer mais do que precisamos.
  2. Dormir mais. Dormir uma hora a mais a cada noite poderia ajudar uma pessoa a perder até 6 kg em um ano.
  3. Comer mais verduras. O alto conteúdo de fibra e a água nos sacia com menos calorias. Cozinhar sem acrescentar gordura e temperar com suco de limão e ervas em vez de refogar a comida em molhos cheios de óleo e gordura.
  4. Tomar sopa. Acrescentar uma sopa a base de caldo a cada dia. A sopa é especialmente útil no início de uma refeição, já que retarda a refeição e tira o apetite.
  5. Comer grãos integrais. Arroz integral, cevada, aveia...
  6. Guarde roupas com um número menor do que usa. Perder peso em forma de água é fácil, o difícil é perder a gordura. E ao olhar ao espelho com frequência, custa-nos distinguir se perdemos pouco peso. Uma forma de saber e tentar vestir uma peça de roupa comum número menos daquele que estamos usando. Se assentar sem tirar o ar, teremos a prova de que nossa dieta funciona.
  7. Não comer bacon ou toucinho. Tirar as duas tiras de bacon do café da manhã ou em um sanduíche do almoço. Este simples ato permite poupar ao redor de 100 calorias.
  8. Comer pizzas vegetais. Se gosta de pizza, come com moderação, e sobretudo use ingredientes vegetais em vez de carne.
  9. Bebidas sem açúcar. Substituir uma bebida com açúcar por água e evitar 10 colherinhas de açúcar. Para dar sabor podes acrescente limão ou menta ou hortelã.
  10. Use um copo alto e fino. Se beber algo com açúcar, então visualmente renderá mais se o copo for alto e fino que largo e chato. Beberá de 25 a 30% menos. Os sinais visuais podem nos enganar e ajudar a consumir mais ou menos.
  11. Limite o álcool. O álcool tem mais calorias por grama (7) que os carboidratos (4) ou as proteínas (4). Álcool engorda, e muito.
  12. Tome chá verde. Alguns estudos sugerem que é possível acelerar a queima de calorias, possivelmente através da ação das chamadas catequinas. De qualquer forma, terá um refrigerante sem toneladas de calorias.
  13. Relaxe. Faça exercícios de relaxamento, como a ioga. As pessoas que fazem ioga tendem a pesar menos que o resto.
  14. Coma em casa. Tente fazer as refeições em casa em casa pelo menos cinco dias da semana.
  15. Mastigar chiclete de menta. Mastigar chiclete sem açúcar com um sabor forte reduz a ânsia de beliscar.
  16. Pratos menores. O mesmo que acontece com os copos, ocorre com os pratos. Reduzir o tamanho do prato ou da bandeja pode diminuir nossa ingesta de 100 a 200 calorias ao dia.
  17. Porções de comida menores.
  18. O molho vermelho. Os molhos a base de tomate tendem a ter menos calorias e menos gordura que os molhos a base de creme.
  19. Comer menos carne. Comer alimentos vegetarianas com mais frequência é um bom hábito para emagrecer.
  20. Queime 100 calorias. Caminhe rápido 20 minutos, corra 10 minutos, limpe a casa durante meia hora... estes pequenos exercícios, a longo prazo, não só queimam calorias senão que reduzem o apetite.
  21. Diminua o consumo do sal. Quando apetite pelo sal aumenta, o hipotálamo se torna mais sensível aos efeitos da dopamina, provocando em decorrência disso um maior apetite pelos alimentos.
Fonte  | WebMD.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O corrimento vaginal

"O corrimento vaginal pode ter várias causas e, na maioria dos casos, pode ser evitado e facilmente tratado. Hábitos de vestir do mundo moderno influenciam o surgimento deste mal feminino, assim como a prática sexual desprotegida. Trata-se de uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal, com sintomas como o surgimento de muco, odores, dor, prurido e coceira. O exame clínico e a prevenção são as melhores armas para combatê-lo".

Introdução

Corrimento Vaginal ou Leucorréia é o nome dado a algumas doenças que acometem a mulher desde cedo em sua vida. As causas são diversas, dentre elas se destacam hábitos de vestir do mundo moderno; como poderemos ver a seguir, corrimento vaginal é uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal. O sintoma mais evidente da secreção vaginal anormal é o surgimento de muco em grandes quantidades ou com odor intenso, além da presença de dor ou moléstia vaginal e prurido. As características são diferenciadas em função da origem da inflamação: infecção por cândida, por Trichomonas vaginalis, bacteriana, herpética, pólipos cervicais, câncer ou sífilis. Um exame minucioso do médico assistente, que complementaria as informações com outros recursos da medicina, permitirá um diagnóstico adequado.

Quais São as Causas do Corrimento Vaginal?

Com o aumento das roupas sintéticas, lycra, por exemplo, que impede a respiração do corpo, enfim a ventilação dos órgãos, aumentaram consideravelmente os casos de corrimento vaginal. Quando não há transpiração, vemos a glândula abafada, como se estivesse usando uma máscara, com aumento da secreção sebácea. Segundo a ginecologista e obstetra Marilía Winkler, no início, a calcinha servia como uma proteção contra os tecidos que eram em couro ou brim duro. As mulheres, antigamente usavam calcinhas de bombachas grandes. Paulatinamente passaram a ficar menores, até encostarem-se à saída vaginal. Logo depois, explica a Dra. Marília, surgiu a lingerie em forma de lycra ou renda e os grandes problemas começaram. "Eu costumo indicar o uso de calcinhas de algodão, pois as fibras permitem uma ventilação melhor", explica ela. Seria uma poluição não ambiental, e sim de vestuário. Outro fator importante é a utilização de amaciantes, ou sabonetes perfumados ou até o uso papel higiênico perfumado, que são elementos irritantes. Evitar o uso de toalhas ou roupas íntimas de outras pessoas é recomendável, bem como secar bem todo o corpo depois do banho. Ainda há mulheres que insistem em fazer a higiene de forma errada, pois o indicado é limpar da vulva até o ânus e não ao contrário.

Os Tipos de Secreções da Mulher

A mulher possui uma secreção que se modifica conforme o ciclo menstrual. No meio do ciclo observa-se uma secreção mais gelatinosa, que corresponde à época da ovulação. Antes da menstruação ela se torna mais leitosa e espessa e corresponde ao aumento da fase pré-menstrual. Essas secreções são cíclicas, se mantém de uma maneira única, mas quando começa a acontecer uma irritação, as bactérias, que são habitantes costumeiras das áreas úmidas, se prevalecem dessa situação.

Sintomas da Contaminação

Depois de contaminado o tecido, começa a coçar, ou produzir uma dor mais forte. Muito embora o corrimento não se resuma só nisso, há vários fatores, como o stress que libera substâncias que permitem o aparecimento de fungos. A própria gravidez facilita a chegada dos fungos. O fungo, explica a Dra. Marília, provoca uma coceira desesperadora, e o corrimento é abundante como uma coalhada, embora haja dor nas mulheres que não tem sintoma nem de um nem de outro. Tem gente que tem a secreção contínua sem agentes bacterianos.

Candidíase ou Monilíase Vaginal

Dos mais irritantes corrimentos, pois provoca muco espesso, tipo nata de leite e, geralmente, a candidíase ou monilíase vaginal é acompanhada de coceira ou irritação intensa. Cândida é o fungo que provoca a candidíase, uma micose. A cândida aparece em organismos com baixa imunológica ou quando a resistência vaginal está diminuída. Entre os fatores determinantes estão: o uso de antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica e medicamentos como anticoncepcionais e corticóides.

Às vezes o parceiro aparece com pequenas manchas vermelhas no pênis. O tratamento é com antimicóticos. Esse fungo é encontrado no estômago, intestino, pele, boca (sapinho) e na mucosa da vagina. Cerca de 90% das mulheres podem ser infectadas pela cândida pelo menos uma vez.

Esse tipo de fungo costuma aparecer uma semana antes do fluxo menstrual.

Trichomonas Vaginalis

O Trichomonas vaginalis é um corrimento adquirido sexualmente através das relações sexuais ou em contato íntimo com a pessoa contaminada. O diagnóstico é feito através de exames clínicos. No tratamento devem ser usados antibióticos e quimioterápicos, além de ser obrigatório que o parceiro se trate também.

Papiloma Vírus

O HPV ou Papiloma Vírus se aloja na vagina, na vulva ou no colo do útero. Na vulva a doença é conhecida por condiloma genital ou crista de galo; na vagina e colo do útero aparecem lesões microscópicas que só são identificadas através de exames clínicos. O grande problema é que determinados tipos de vírus têm uma associação entre o papiloma vírus e o câncer do colo do útero. No diagnóstico é utilizado o teste de Papanicolaou ou colposcopia e também a biópsia da área suspeita. Outros exames são capazes de identificar quais são os vírus e se são cancerígenos.

Outros Tipos de Corrimento Vaginal

Além dos citados existem outros tipos de corrimentos originados por causas das mais diversas. A Vaginite atrófica ocorre por falta de hormônio, especialmente na menopausa. Mas há também a Vaginite atrófica por falta de hormônio no parto ou durante a amamentação. A vaginite irritante pode ser provocada por camisinha, diafragma, cremes diversos ou absorvente interno ou externo. Outro tipo bem comum é a vaginite alérgica provocada por calcinhas de nylon ou outros tecidos sintéticos; além de roupas apertadas como jeans e meias calças. As vulvites são inflamações da parte externa dos genitais ou vulva causados por papel higiênico colorido ou perfumados, sabonetes cremosos, xampus e condicionadores, roupa lavada com sabão em pó ou amaciantes.

As lavagens freqüentes não são aconselháveis, pois aumentam a inflamação pélvica. Os tratamentos antibacterianos podem ser complementados com cremes e gelatinas que aumentam a acidez das secreções e, assim, evitam o desenvolvimento de bactérias. No caso de vaginite atrófica, que ocorre na pós-menopausa, é utilizado tratamento com progesterona, pois pode ocorrer estreitamento do canal vaginal. Para a Dra. Amarílis Winkler a melhor maneira de estar prevenida contra as doenças vaginais é mudar certos hábitos. "Caso seja alérgico", acrescenta ela, "vamos mudar hábitos alimentares e de vestuário, a situação modifica-se e dessa forma há melhora perene; não devemos só ficar tratando das doenças. Os corrimentos por doenças sexuais transmissíveis demandam um tratamento que envolverá o outro membro do casal".

Copyright © 2003 Bibliomed, Inc. 26 de Maio de 2003.

Organize sua vida


Se tem uma coisa na qual eu sou muito boa é na organização das coisas. Não sei, sou assim desde pequenina. Adoro acordar pela manhã e ver tudo ajeitado. Calma, não sou paranóica e nem deixo de dormir porque deixei um copo na pia (isso já é exagero). Mas organizo meus armários, meu escritório, minhas fotos e tudo mais. E quando eu começo a organizar demais ou querer limpar tudo, batata, estou precisando de uma mudança.

Foi exatamente o que aconteceu. Há mais um menos um mês eu coloquei o meu quarto e o meu consultório abaixo. Tirei tudo, até daqueles cantinhos que dão uma preguiçinha de fazer no dia a dia. O nariz não parava de escorrer com o pó, mas segui em frente com uma boa caixa de lenços de papel. O resultado, no quarto foram quatro sacos de 100 litros de lixos ou doações e no consultório, dois sacos.

Isso me ajudou a organizar as minhas idéias. Parece que as coisas desorganizadas ao redor sempre vêm de encontro com o nosso conteúdo interior desorganizado. Ou, pior, velho e sujo. Eu sempre adorei ver programas de transformação de casa, carro, estilo. Sempre percebemos, nestes programas, que as pessoas, depois de passarem pela transformação e pela normal resistência a ela, sentem-se muito melhores e relatam que estavam mesmo precisando disso.

No meu caso, estava mesmo precisando. Por que se desapegar das coisas ruins até é fácil. Mas quando precisamos nos desapegar de anos bons e importantes de nossas vidas, a coisa fica mais complicada. Na minha leva foram fotos, livros, discos e 13 anos de diários que estavam empoeirando na prateleira. Não me arrependi porque, definitivamente, nunca mais peguei aquilo para ler. E quando li uma ou duas linhas, vi que aquela menina não tinha mais nada a ver com a mulher.

Joguei o passado fora, ou melhor, coloquei o passado no lugar onde ele está, onde ele pertence. As coisas passam, a pessoas e as situações mudam e isso é a normalidade da vida. Nós é que nos prendemos a algum instante mais significativo e não nos tocamos que aquilo já era.

Eu vejo muitas mulheres, senhoras até, com barrigas que parecem de grávidas. Mulheres relativamente magras, mas que possuem só uma barriga, como se ainda esperassem um bebê. Seus bebês, hoje com 40 anos, nunca nasceram. Foram pessoas, possivelmente, que viveram felizes e curtiram muito esta época, e não conseguem se desvencilhar. Nem dos filhos e nem da barriga.

Isso é comum. Pessoas que ainda se vestem como aos 15 anos de idade. Pessoas com roupas dos anos 80, polaina e blusa flúor como se fosse lançado na semana passada. Pessoas que não conseguem ainda usar o micro para digitar. Que ainda gostam de suas velhas máquinas de escrever. Por mais romântico e nostálgico que pareça, será que isso não é um apego? Será que não estamos mesmo achando que aquilo já faz parte de nós, como se não tivéssemos mais o direto ás mudanças?

Não sei, cada caso é um caso. Mas eu estou mergulhada nas mudanças necessárias e isso está me fazendo muito bem. Abaixo coloco algumas dicas de uma boa organização e limpeza. Dos ambientes e, conseqüentemente, da alma. Que tal aproveitar o final do ano para isso, hein?


Comece pelos cômodos mais fáceis e vá fazendo tudo aos poucos. Precisa de tempo para isso.
Separe três caixas ou saco com os dizeres: doação, lixo ou conserto e vá colocando tudo já separado lá dentro.
Caixas de papelão ou plástico fazem milagres com fotos, livros, coisinhas, roupas, sapatos. Se não tem muito espaço ou não pode comprar um armário novo, opte por isso.
Não tenha pena das coisas, mas também não jogue fora coisas que sempre se precisa, como um rolo de durex ou um tubo de cola ainda em bom estado.
Roupas, sapatos ou coisas que não são usadas há mais de um ano possivelmente não serão mais usadas. Mande embora. O Universo precisa de espaço no seu armário para te mandar roupas novinhas.
Instituições são bons locais para mandar as coisas que não serão mais necessárias. Em caso de uma quantidade maior, você pode solicitar o carreto da própria instituição que dá um jeito de ir buscar.
Não pense que "um dia vou voltar". Se comprou um curso de espanhol há 6 anos e ainda não começou, possivelmente não goste tanto de espanhol assim. Lembre-se que, quando nós queremos e estamos fazendo por amor, dá-se um jeito e um tempo.
Se precisar, peça ajuda daquela sua amiga mais desapegada. Às vezes é complicado conseguimos fazer isso sozinho.
Lembre-se: você é você e não as suas coisas. Coisas vão e vem. Só você ficará com você para sempre.
Compre livros ou revistas especializadas em organização e dê uma boa volta em lojas de bricolagem. las

Andrea Pavlovitsch
Psicoterapeuta

Cólicas menstruais - dicas para reduzir os sintomas



Se não bastasse a irritação e o desconforto durante a TPM, todo mês um grupo de mulheres também sente dores pélvicas, no baixo ventre, chamada de cólica menstrual (dismenorréia). Estudos mostram que ela atinge 65% das mulheres brasileiras e causa a redução da produtividade profissional em 70% delas.

Muitas dessas mulheres não sentem apenas dores, mas também ficam mais cansadas, tem enjôos, dores de cabeça, diarréia e vômitos.

Segundo explica o ginecologista Cleverton Spautz, da Paraná Clínicas, cólicas mais intensas geralmente provocam outros males. Em muitos casos ela estimula o enjôo e a diarréia, pois o trânsito intestinal aumenta. "Quando esses sintomas tornam-se constantes é necessária uma avaliação mais precisa, pois a dor forte acompanhada desses sintomas pode sinalizar outras doenças, principalmente a endometriose", explica. Cólicas fortes ainda indicam alterações no útero e ovário, miomas, inflamações e cistos.

"Quando a dor é suportável, acontece só nos primeiros dias da menstruação e vai embora com analgésicos não há porque se preocupar", aponta Spautz. O próprio anticoncepcional também é um bom remédio para o alívio das cólicas. A razão é simples. Elas acontecem porque há a ovulação e o útero se comprime para evitar uma perda muito grande de sangue. Segundo o ginecologista, como a pílula impede que a mulher ovule, por conseqüência, as dores diminuem.

Outra forma de amenizar os incômodos é através de bolsas de água quente. O método caseiro, e bastante antigo, é eficaz sim, segundo Spautz. "Da mesma maneira que traz conforto como um trauma, também ocorre com as dores pélvicas. O calor relaxa os músculos e dilata os vasos capilares, assim é possível se sentir melhor", acrescenta.

A produção de calor através de massagens, entre elas, ayurvédica, tuina e shiatsu, também é uma ótima maneira de se livrar desse terrível incômodo. Fora isso, você também se sente melhor caso tenha além das cólicas, outros sintomas durante a TPM e menstruação. Quem costuma praticar exercícios físicos também leva vantagem. Além de você produzir endorfina, o que traz sensação de bem estar, o efeito do exercício é de também dilatar os vasos, assim o sangue circula melhor e não há a contração do útero.

Há mulheres que preferem usar chás e fitoterápicos, mas nem sempre eles são uma forma eficaz de aliviar as dores. "Ainda não temos um estudo de peso, feito com uma boa parcela de mulheres, que comprove os efeitos deles. Lembrando que a automedicação com corticóides e anti-inflamatórios mais potentes traz vários efeitos colaterais", destaca o ginecologista.

Também não há alguma comprovação científica sobre os benefícios de certos alimentos para reduzir os sintomas das cólicas. Entretanto, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Ciências e Tecnologia da Jordânia revela que o consumo de leite e derivados pode ajudar.

Incluir na alimentação o feijão, a soja, a lentilha e a ervilha, além de vegetais de folhas verde-escuras (agrião, espinafre, rúcula entre outros), todos ricos em magnésio, serve apenas como uma forma de prevenção para as cólicas e outros tipos sintomas durante a TPM e na própria menstruação.

Por Juliana Lopes

Métodos Anticoncepcionais Vasectomia



A vasectomia é uma operação realizada nos homens que consiste em cortar os canais deferentes para evitar que os espermatozóides possam se unir com o óvulo. É feito um pequeno corte nos testículos, usando anestesia local - dura cerca de 20 minutos.

Essa cirurgia não é aconselhada para homens que não têm certeza de que não querem mais ter filhos, para solteiros e também no caso de ter menos de 35 anos ( a não ser que seja casado e a gravidez implique em arriscar a saúde da mulher ).

A operação é bastante segura, não interfere nas relações e nem no desejo sexual e também não é mais necessário se preocupar com outros métodos anticoncepcionais.

Como toda cirurgia, a vasectomia possui algumas desvantagens:

É irreversível e permanente, portanto a decisão por vasectomia precisa ser bem pensada pelo casal;

Não oferece proteção imediata por isso é necessário utilizar, por um tempo, outros métodos até que os espermatozóides armazenados sejam expelidos (30 ejaculações);

O homem pode sentir um pouco de desconforto durante e depois da cirurgia;
Depois da operação pode ocorrer infecções - que são tratadas pelo médico.

EFICÁCIA: o fracasso varia de 3 pessoas entre mil por ano

Lúcia Helena Salvetti De Cicco

Fonte: www.saudevidaonline.com.br

Menopausa e sintomas




 

 


O corpo da mulher entre os 45 a 55 anos passa por alterações importantes, cuja principal característica é a parada da menstruação ( menopausa). Os ovários deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona e de eliminar óvulos, conseqüentemente a mulher deixa de menstruar pondo fim a sua capacidade reprodutiva.


O período que antecede a última menstruação, pode levar anos e é chamado de Climatério . Nessa fase ocorre o decréscimo progressivo da capacidade reprodutiva feminina. Todas as mulheres a partir dos 35 anos começam a experimentar a pré-menopausa. É quando a fertilidade começa a despencar, segundo o ginecologista e obstetra Rogério Bonassi Machado, “a mulher no auge da vida reprodutiva têm 75% de chances de engravidar em seis meses, depois dos 40 anos a probabilidade de engravidar não passa dos 20%”.

A expressão “menopausa” designa a última menstruação e todo o período que a antecede é classificado em fases:

Pré-menopausa (“aproximadamente” dos 35 aos 48 anos)
Não existe um consenso sobre a época em que se inicia para alguns médicos ela pode começar aos 35 anos, outros acham que só aos 40.
• Sinal: queda acentuada da fertilidade.

Perimenopausa (dos 45 aos 50 anos)
Abarca o período de dois a três anos antes da última menstruação e até um ano depois.
• Sinais: irregularidade no ciclo menstrual, ondas de calor (fogachos), transpiração intensa, dificuldade para dormir, irritabilidade e sintomas parecidos com os da TPM, porém mais intensos.

Menopausa (por volta dos 48 anos)
É o nome que se dá à última menstruação, ela só deve ser reconhecida como definitiva após um ano de total ausência do sangramento.

Pós-menopausa (dos 48 aos 65 anos)
Vai da última menstruação aos 65 anos, quando a mulher ingressa na chamada terceira idade.
• Sinais: a vagina seca, maior propensão a infecções urinárias, escape involuntário de urina, perda da libido, aumento do risco de câncer de mama, osteoporose e doenças cardiovasculares.

Sintomas da Menopausa
Nem todas as mulheres se queixam, mas boa parte delas sentem:

1. Ondas de calor
2.Suores noturnos
3.Insônia
4.Menor desejo sexual
5.Irritabilidade
6.Depressão
7.Ressecamento vaginal
8.Dor durante o ato sexual
9.Diminuição da atenção e memória

Reflexos Pós-menopausa:
A falta do estrógeno atrofia a vagina e suas paredes se tornam vulneráveis a traumas. As relações sexuais podem se tornar mais difíceis e doloridas.

A perda de elasticidade atinge também a uretra, o que pode desencadear problemas como inflamações, incontinência e o que os médicos chamam de urgência miccional ( vontade incontrolável de fazer xixi).

O estrógeno estimula o colágeno, que dá viço à pele, protege o coração, ajuda a diminuir o colesterol ruim e a elevar o nível do colesterol bom na circulação. Quando esse hormônio mingua, surgem as doenças cardiovasculares.

A ausência do estrógeno abre espaço para a osteoporose o estrógeno auxiliava na produção e na reabsorção dos tecidos ósseos.

Após a menopausa ocorre diminuição fisiológica da energia dos rins que é responsável pelo crescimento, desenvolvimento, dinamismo e sexualidade.

Há diminuição da força do cabelo, enfraquecimento ósseo e auditivo. Com a diminuição dos estrogênios diminui o tônus muscular.

Para amenizar esses problemas são indicados alimentos que tonifiquem a energia vital, ricos em vitaminas, cálcio e outros minerais que minimizam ou retardam o envelhecimento e a osteoporose.


Fonte: Resumo do Dia

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mulher



"Dai-me Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida para um novo avanço." (Gabriela Mistral, poetisa)

domingo, 12 de junho de 2011

A mulher e a flor - dois seres inseparáveis


Mulher ornamentada - toda mulher ornamentada fica linda


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Se vc é mulher ...



Toda mulher nunca vai falar: estou no meu peso ideal! Todas elas, mesmo diante dos mais sinceros eleogios sempre retrucam: "Ah, mas minha barriga está enorme!", "Preciso perder uns 2kgs", "estou uma leitoa"... e por aí vai.
Por que será que as mulheres brigam tanto com a balança? E não sabem dizer: chega! Estou satisfeita!

Fato é que as mulheres precisam se sentir bonitas e desejadas, por isso buscam cada vez mais a perfeição. Existem aquelas que dizem: "não não, não faço dietas! meu marido me ama do jeito que eu sou e sou feliz gordinha" Bullshit! Nunca isso será uma verdade, por dentro estão todas se corroendo querendo ser igual às gostosonas que estão na TV ou nas revistas quase sem roupas.

Tem aquelas obcecadas, que acreditam que secando serão lindas! Mas acabam virando esqueletos ambulantes e recebendo olhares de pena, e não de desejo.

As mulheres não fazem dietas para os homens. Assim como nunca se vestiram para eles. Nosso desejo é agradar/provocar as OUTRAS mulheres, mostrando como podemos ser bonitas, sexys e han! MELHORES que elas... Não é?
Homens não reparam em celulites, pneuzinhos, estrias... as mulheres sim! As mulheres enxergam de longe as imperfeições daquelas do mesmo sexo, e lançam olhares maléficos fazendo com que as pobrezinhas corram para o espelho pensar qual será a melhor forma de serem perfeitas.

O negócio é que o peso mexe com a auto-estima. Se você estiver com a sua no lugar, não vai virar uma louca de babar vivendo em função do seu corpo. Apenas vai se cuidar para além de ter saúde, conseguir se olhar no espelho e gostar do que vê. Sair pra fazer compras e entrar naquele vestido que gostou. Ou não ficar igual uma porca suada depois de subir três lances de escada!

Não adianta falar que não quer emagrecer! Se você for mulher, você sempre vai querer, buscando a perfeição.
O negócio é: converse consigo mesma e chegue à conclusão do que é ser perfeita no seu entendimento, e aí as coisas ficam muito mais fáceis e menos sofridas!


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vestidos de Noiva do passado


Imagens de noivas (e noivos) dos tempos passados! Muitos deles já nem existem, faleceram,... mas as imagens ficam gravadas e conseguem nos mostrar a felicidade nesse dia e a oportunidade dada à  mulher de num só dia sentir-se rainha ... e amada!!!






Calcule a necessidade diária de calorias


665 + ( 9,6 x peso em kg.) + (1,7 X altura em cm) – (4,7 X idade em anos)= necessidade diária de calorias.

OBS: Pessoas sedentárias: acrescente 30% no resultado.

Pratica atividade física moderada: acrescente 50%

Pratica atividade física intensa: acrescente 100%

OBS: O cálculo é somente para se ter uma noção da quantidade de calorias a serem ingeridas diariamente para que o organismo funcione bem e com saúde

VISITE - vale a pena ...

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